Informativo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publica matéria sobre o livro 1912: VITÓRIA NA SELVA

http://anttenado.antt.gov.br/2016/03/1912-vitoria-na-selva/

Estrada de Ferro Madeira Mamoré
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1912: VITÓRIA NA SELVA

estrada ferro

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O início de uma das mais fantásticas páginas da História do Brasil e do Mundo Moderno.
Como 20 mil homens de 50 nacionalidades, a medicina mais moderna da época, 350 mulas argentinas, e todo dinheiro do mundo, venceram a brutal e isolada selva amazônica, na construção de uma ferrovia impossível, que garantiu ao Brasil a soberania de vasto e rico território amazônico, e evitou uma guerra de fronteira.

CAPÍTULO 12

O BANDEIRANTE EM PORTO VELHO

Entre os 800 mil habitantes do Rio de Janeiro, mesma cidade sede dos negócios de Percival Farquhar, morava a pessoa certa para a missão quase impossível de garantir a finalização da Madeira Mamoré: o jovem médico Oswaldo Gonçalves Cruz, então com 36 anos de idade. Na prática, não era um médico tradicional, com gabinete de atendimento e clientela fixa. Era um cientista de campo. Mais ainda: era um combatente das ruas, um sanitarista.
Na luta contra a varíola, que dizimava, com o apoio da peste bubônica (causada pela urina de ratos) e da febre amarela, a população do Rio de Janeiro sujo e entulhado no início do século, e fez colar na cidade a fama mundial de ‘túmulo de estrangeiros’ , Cruz implantou, sob o respaldo do presidente Rodrigues Alves e do Congresso Nacional, a primeira mobilização em larga escala de vacinação obrigatória, um procedimento médico novo e estranho, que provocou uma onda de rejeição, insuflada pela imprensa, oposição e golpistas, e fez o barril de pólvora explodir – durante oito dias, nos quais a capital da República vive, na prática, uma guerra civil, na chamada Revolta da Vacina. Para erradicar a doença, o Congresso aprovou a Lei da Vacina Obrigatória de 31 de Outubro de 1904, que permitia aplicação da vacina à força pelas chamadas brigadas sanitária, livres para arrombar portas com apoio policial ostensivo.
Nem a data magna da República serviu para aclamar os ânimos. O desfile militar comemorativo foi suspenso depois da descoberta que seria iniciado um golpe militar para derrubar o presidente. O jornal Gazeta de Notícias, de 14 de novembro de 1904, publicou:
“Tiros, gritaria, engarrafamento de trânsito, comércio fechado, transporte público assaltado e queimado, lampiões quebrados às pedradas, destruição de fachadas dos edifícios públicos e privados, árvores derrubadas: o povo do Rio de Janeiro se revolta contra o projeto de vacinação obrigatório proposto pelo sanitarista Oswaldo Cruz”.
Os cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha também se amotinam contra as medidas. O governo foi obrigado a suspender a obrigatoriedade da vacina por algum tempo e a declarar estado de sítio (suspensão das garantias constitucionais em favor da ordem pública). Saldo: 30 mortos e 110 feridos. Mais de 1000 de pessoas presas, e cerca de 400 deportadas para o recém criado território federal do Acre. Em 1904, cerca de 3 500 pessoas morreram de varíola. Dois anos depois, esse número caía para nove. Em 1909, ninguém morreu de febre amarela na cidade. Para o combate da febre amarela atuaram os “mata-mosquitos”, incumbidos de perseguir os insetos, mesmo na marra, dentro da casas dos cariocas. Quase 100 anos depois, o mesmo apelido de mata-mosquito passa a designar os agentes públicos, que visitam as casas no Rio de Janeiro na luta contra o mosquito transmissor da Dengue.
Cruz era um patriota. Morreu prematuramente aos 44 anos, como prefeito, em 1917, na cidade de Petrópolis, por causa de complicações da insuficiência renal. Na sua morte, já aclamado como herói, até seu corpo foi disputado pelos governos de São Paulo, sua terra natal, do Rio e pelo governo Federal. Sua morada eterna foi mesmo o Rio, que ele saneou. Vítima de inúmeras campanhas difamatórias ao longo da carreira, ele viveu um amor à causa do progresso do Brasil, de suas fronteiras longínquas, e em favor de suas populações mais carentes. “Sem esmorecer para não desmerecer”, dizia ele.
No livro “Oswaldo Cruz: a construção de um mito na ciência brasileira” (Editora Fiocruz. 1995, disponível http://static.scielo.org/scielobooks/t7/pdf/britto-9788575412893.pdf ) a autora Nara Britto analisa:
“Avaliam os memorialistas que a obra de Oswaldo Cruz, como marco histórico, equivalia ao episódio das entradas e bandeiras que desbravavam o interior do Brasil no século XVII. Diferentemente destas, os novos bandeirantes não estavam à cata de ouro e tampouco de pedras preciosas. Esboçando objetivos mais nobres, almejavam conquistar o território e estabelecer a nacionalidade através da civilização que deveria ser estendida a todo o país, principalmente ao interior.”
Naquele tempo, a cidade chamada de Porto Velho do Rio Madeira era um dos pontos mais distante do mapa do Brasil, ótimo destino para destemidos pioneiros, novos bandeirantes de alma aberta como Oswaldo Cruz, ávidos por colocar suas ideias na prática do mundo real e hostil. Fazendo uma associação histórica pertinente, a gênese de Rondônia, único dos 27 estados brasileiros nascido de uma ferrovia, teve sempre presente o mesmo espírito aventureiro, de bandeirante, motor humano dos vários ciclos econômicos, que atraíram milhares de brasileiros e estrangeiros para o coração da selva amazônica.
Sob essa inspiração bandeirante, Joaquim de Araújo Lima, autor da letra e José de Mello e Silva (melodia) produziram o hino “Céus de Rondônia”, criado simultaneamente à instalação do Estado em 4 de janeiro de 1982, e cantado abertamente nas solenidades cívicas, militares e estudantis. Na antiga condição jurídica de território federal, ou seja, uma unidade administrativa da União – possuidora de seus símbolos nacionais – Rondônia não tinha hino.
Quando nosso céu se faz moldura / Para engalanar a natureza / Nós, os bandeirantes de Rondônia, / Nos orgulhamos de tanta beleza. / Como sentinelas avançadas, / Somos destemidos pioneiros / Que nestas paragens do poente gritam com força: somos brasileiros! / Nesta fronteira, de nossa pátria, Rondônia trabalha febrilmente / Nas oficinas e nas escolas A orquestração empolga toda gente; / Braços e mentes forjam cantando A apoteose deste rincão / Que com orgulho exaltaremos, /Enquanto nos palpita o coração / Azul, nosso céu é sempre azul, / Que Deus o mantenha sem rival, Cristalino sempre puro / E o conserve sempre assim. / Aqui toda vida se engalana / De belezas tropicais, / Nossos lagos, nossos rios / Nossas matas, tudo enfim…

Ricardo Leite é jornalista e procurador federal

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VITÓRIA NA SELVA. AVANTE VERSALLE!

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> Rio de Janeiro, 1910. O cais do porto da capital federal está lotado para receber um herói recém-chegado de outro planeta. Osvaldo Cruz desembarca cercado pela multidão, depois de enfrentar o mar, os rios e o coração da brutal selva amazônica em Porto Velho, onde deu esperança médica a uma obra impossível atacada pela malária: a espetacular Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Usando o foguete da imaginação, viajamos para 2015, e num percurso inverso, acompanhamos a banda rondoniense de nome elegante e estilo marcante, sair da capital de Rondônia, e ser aplaudida no mesmo Rio de Janeiro de Cruz, 105 depois.
> Marte foi a música bela e forte que levou a banda Versalle ao terceiro lugar, com valor de primeiro. Durante três meses e nove apresentações na selva musical, o quarteto conseguiu o impossível — chegar na final com quatro competidores. Ninguém venceria a dupla de garotos baianos, reedição de Claudinho e Bochecha, explosão popular do início dos anos 2000. A taça, então, para bandas propriamente ditas, ficou com o Rock.
> Nada mais moderno na ciência hoje que o esforço tecnológico e multinacional de levar o homem ao planeta vermelho. A extraordinária Ferrovia Madeira Mamoré foi a vitória de 52 nações e da tecnologia em favor de um sonho inatingível no começo do século XX em outro mundo chamado Amazônia. Na melodia de Marte, a Versalle firmou o Rock. Na EFMM, nasceu Rondônia.
> Ontem, dia 13, foi o dia internacional do Rock. No dia anterior, o brilho francês do Palácio de Versailles, que empresta o nome a banda, foi reproduzido para milhões de brasileiros pela Globo ao som de Marte. Porto Velho e Rondônia brilharam juntos, como a estrela proeminente da bandeira do Estado, na constelação do Brasil.
> Não podemos esquecer. Dia 1 de agosto, a EFMM completa 103 de inaugurada e a Versalle se apresenta na Talismã. Bela coincidência para exaltar a vitória sobre o impossível. Casa cheia. Vamos lá. Mas é justo e merecido — repetindo a cena do Porto do Rio há 105 anos — que uma multidão receba no aeroporto governador Jorge Teixeira de Oliveira, com flores e a bandeira do Estado, os heróis Criston, Rômulo, Miguel e Igor que foram, tocaram e venceram. Avante EFMM! Avante Rondônia! Avante VERSALLE! >
> Ricardo Leite é jornalista e procurador federal
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> Estrada de Ferro Madeira Mamoré
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Dia 30 de abril de 1912. A ferrovia impossível é concluída.Os trilhos da EFMM chegam a Guajará Mirim. Trabalhadores retornam a Porto Velho como heróis.

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1º BPM – Comando do Batalhão Rondon institui prêmio Madeira-Mamoré

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1º BPM – Comando do Batalhão Rondon institui prêmio Madeira-Mamoré

O comando do Batalhão Rondon instituiu o Prêmio Madeira-Mamoré, iniciado no dia 6 último, e o mesmo serão concedidos bimestralmente e semestralmente aos militares que se destacarem nas operações do Batalhão.

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O Prêmio Madeira-Mamoré será outorgado aos realces operacionais e da atividade meio através critérios preestabelecidos pelo Comando, que visa cada vez mais incentivar o trabalho eficaz, no seio da segurança pública e no que tange os serviços prestados a população no âmbito do policiamento militar.

Os critérios de pontuação terão como base na atuação policial de caráter preventivo, repressivo e assistencial, a fim de realizar uma somatória e chegar a maior pontuação.

Além do reconhecimento da própria corporação e da sociedade, o Prêmio Madeira-Mamoré, que será concedido em solenidade Militar e consistirá em:

Ao Destaque Bimestral – Placa o homenageando pelos feitos; Exposição de sua foto no Quadro de Destaque Operacional do Primeiro Batalhão durante o trimestre posterior ao prêmio e elogio no boletim interno;

Ao Destaque Semestral – Placa o homenageando pelo feito; Exposição de sua foto no Quadro de Destaque Operacional do Primeiro Batalhão durante o trimestre posterior ao prêmio e elogio no boletim interno.

Além desses, havendo disponibilidade e probabilidade, o Comando poderá adicionar outras premiações.

Capitão PM Amorim – subcomandante do 1º Batalhão – comandante em exercício

Capitão PM Amorim – subcomandante do 1º Batalhão – comandante em exercício

A primeira solenidade de entrega do Prêmio Madeira-Mamoré está prevista para ser no início do mês de março, após apurar a pontuação relativa ao primeiro bimestre e assim subseqüentemente aos finais dos bimestres e semestres posteriores.

Maiores detalhes sobre a premiação, critérios estabelecidos e a forma de computação dos pontos estão disponíveis na Divisão Operacional e nos quadros de horários e tarefas na sede do Primeiro Batalhão e unidades.

O Capitão PM Amorim, subcomandante do Batalhão Rondon, e comandante em exercício diz que o comando ao incluir esta premiação tem como meta melhorar ainda mais a segurança do cidadão, o patrulhamento ostensivo e preventivo.

CB PM Alan Mota – diretor executivo da Astir

CB PM Alan Mota – diretor executivo da Astir

O CB PM Alan Mota, diretor executivo da Astir parabeniza o comando do Batalhão Rondon por valorizar mais ainda os policiais militares e disse: “Uma das mais antigas, nobres, difíceis e honrosas profissões do mundo ser policial é ser filho de uma pátria e irmão de uma nação (a/d).”

Texto: SD PM César/Wilson Souza
Adaptação e distribuição de texto: Wilson Souza
Fotos: Wilson Souza
Arte: SD PM César

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NOVA SEDE DA ALE-RO SE CHAMARÁ “PALÁCIO MADEIRA MAMORÉ” – Mais RO

http://maisro.com.br/nova-sede-da-ale-ro-se-chamara-palacio-madeira-mamore/

NOVA SEDE DA ALE-RO SE CHAMARÁ “PALÁCIO MADEIRA MAMORÉ”

Deputados vistoriando as obras da nova sede da ALE-RO

A nova sede da Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) estará pronta no final de janeiro de 2017.

“Será um prédio amplo, moderno e com 100% de acessibilidade garantida, além de estacionamento para os servidores, parlamentares e os visitantes”, disse Maurão de Carvalho, presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia.

Servidor de carreira da Assembleia há 30 anos, o secretário Legislativo Carlos Manvailler se mostrou entusiasmado com o andamento da obra e a qualidade dos serviços. “O prédio é amplo, com uma estrutura magnífica, que vai abrigar com conforto e segurança a nós servidores e aos cidadãos”, destacou.

O diretor de informática da Assembleia, Jamilton Costa, disse que a construção atende às necessidades logísticas da Casa. “Teremos um sistema moderno e que vai dar agilidade e segurança nas ações da Assembleia”, completou.

99% concluída

A nova sede conta com dois blocos, sendo um de cinco pavimentos – abrigando todos os setores administrativos e de apoio – e outro de 15 pavimentos, mais um subsolo, além de estacionamento privativo para os parlamentares e outros dois pavimentos de estacionamento, com cerca de 270 vagas cada.

Serão 11 pavimentos destinados aos gabinetes parlamentares, sendo três por andar, com um pavimento destinado à Presidência. “Estamos com cerca de 99% das obras concluídas e a previsão é de que sejam entregues no próximo ano”, completou o engenheiro da Assembleia, Rodrigo Assis.

Todo o prédio contará com sistema de climatização, redes de dados, acessibilidade e amplo espaço ao público. “A galeria contará com 500 lugares para o cidadão acompanhar as sessões. Há ainda um auditório para mil pessoas, onde serão realizadas audiências públicas, por exemplo,” completou o presidente.

Palácio Madeira-Mamoré

A nova sede da Assembleia vai se chamar “Palácio Madeira-Mamoré”, numa homenagem à lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, marco histórico de Rondônia, por iniciativa do presidente Maurão de Carvalho, já aprovada em plenário.

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TURISMO – Madeira Mamoré receberá limpeza, iluminação e reforma do deck | Porto Velho

http://www.portovelho.ro.gov.br/artigo/turismo-madeira-mamore-recebera-limpeza-iluminacao-e-reforma-deck

TURISMO – Madeira Mamoré receberá limpeza, iluminação e reforma do deck

TURISMO – Madeira Mamoré receberá limpeza, iluminação e reforma do deck

Em 90 dias a prefeitura vai reabrir o galpão onde até a enchente de 2014 funcionava o museu da EFMM

Um dos principais pontos turísticos e históricos de Porto Velho, o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, passará em breve por uma grande transformação. Foi o que anunciou o presidente da Fundação Cultural, Antônio Ocampo, na tarde de quarta-feira (11). Ele visitou o local acompanhado dos subsecretários Tiago Beber (Obras), Wellem Prestes (Serviços Básicos) e Júlio César, da Subsecretaria Municipal de Indústria e Comércio, Trabalho e Turismo, para programar a ação conjunta.

Ocampo informou que a determinação do prefeito dr Hildon Chaves é para mudar completamente a realidade do complexo turístico. “A princípio faremos um trabalho preliminar de limpeza, iluminação, retirada de entulhos e reforma do deck”, enfatizou. O objetivo é valorizar o patrimônio histórico e ao mesmo tempo garantir condições dignas ao público que frequenta aquele espaço de lazer.

Ainda de acordo com o presidente da Funcultural, em 90 dias a prefeitura vai reabrir o galpão onde até a grande enchente de 2014 funcionava o museu da EFMM. “A ideia é fazermos uma exposição para marcar esse evento. A partir de 30 de março, após trabalho criterioso de limpeza, retornaremos aos poucos com as peças para o galpão.

No mesmo dia, segundo Ocampo, será realizado um seminário com técnicos especializados para elaborar o projeto de funcionamento do complexo. “Esse projeto vai dizer o que nós queremos para a Madeira Mamoré e como viabilizar os recursos necessários”, disse. Também afirmou que se for necessário a prefeitura buscará especialistas fora do estado para trabalhar no projeto.

A data para o início dos trabalhos será divulgada após levantamentos prévios que serão realizados pelas secretarias envolvidas no mutirão.

Ambulantes

Antes da visita os secretários conversaram com os vendedores ambulantes que se instalaram na calçada da Madeira Mamoré. Antônio Ocampo explicou que eles terão que retirar as barracas montadas ali, num local proibido por lei. “Sabemos que são pais de famílias e estão trabalhando, mas precisamos estabelecer critérios que atendam a todos, inclusive a justiça e ao Código de Postura da cidade”, afirmou.

Texto e fotos Comdecom

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Inaugurado Centro de Convivência do Idoso de Abunã Site de Notícias Rondônia Dinâmi ca

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Telégrafo volta a funcionar no primeiro dia do Memorial Marechal Rondon – Rondoniaovivo – Notícias , Classificados e Banco de Empregos de Rondônia

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Concluída a digitalização do acervo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré – Geral – Rondoni agora.com – As notícias de Rondônia e Região

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Justiça Federal multa União, Estado e Porto Velho por abandono da EFMM | Rondônia | G1

https://www.google.com.br/amp/g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2016/12/justica-federal-multa-uniao-estado-e-porto-velho-por-abandono-da-efmm.amp

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