Mictório público. Ata da inspeção judicial registra situação da EFMM

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Vice-presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho defende que prefeitura ceda gestão d a Estrada de Ferro à União

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Maurão de Carvalho defende que prefeitura ceda gestão da Estrada de Ferro à União

Porto Velho, Rondônia – A cessão da gestão do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para a União, também foi defendida pelo deputado estadual e primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Maurão de Carvalho (PP).

“É importante que o patrimônio seja preservado, seja cuidado e possa retornar ao controle da União, que dispõe de mais recursos e pessoal capacitado para zelar pela estrutura”, destacou Maurão.

Segundo ele, “a prefeitura de Porto Velho já tem muitas atribuições, ainda mais após as intensas chuvas do começo deste ano. Na minha opinião, creio que o melhor seria repassar o controle do Complexo da Estrada de Ferro para o Governo Federal”.

O pedido para que a prefeitura repasse a gestão da Madeira-Mamoré à União partiu da Superintendência Estadual de Turismo (Setur) e tem recebido apoio de diversos segmentos da sociedade.

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Governo do Estado através da Setur pede que prefeito da capital devolva a EFMM ao Exército.

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Exército Brasileiro e EFMM unidos em favor do Brasil

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A AMNÉSIA DE PORTO VELHO – Gente de Opinião

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A AMNÉSIA DE PORTO VELHO

*Yêdda Pinheiro Borzacov

Nenhuma cidade no território nacional é tão desprovida de memória como Porto Velho. Existe nos órgãos culturais oficiais, detectores do poder de decisão e de recursos financeiros, a ojeriza aos antigos documentos, aos livros de literatura e história regionais, às imagens e às obras arquitetônicas.

O patrimônio histórico e cultural de Rondônia e de Porto Velho está degradado sob todas as formas, pelo abandono e pela ignorância. Nos últimos anos a vida intelectual do estado e da sua capital, atravessa uma revolução silenciosa. Cada vez se torna menos importante aquele historiador ou homem de letras, que protesta, que se manifesta com firmeza, defendendo nosso patrimônio histórico-cultural. Quem assume cada dia mais importância é o tecnocrata, imperando na área governamental, com mentalidade anti-passadista, acreditando, erroneamente, que o passado não tem implicação no presente, nem valor.

Recentemente li no jornal “Alto Madeira”, um manifesto escrito por um grupo destemido, defensor da nossa história, em prol da manutenção das Três Caixas D’Água, símbolo de Porto Velho, ameaçadas pelo desgaste das sapatas, recuperadas há mais de 20 anos pelo então prefeito José Guedes. Uno-me a esse grupo amigo, como sempre o fiz, assumindo posição de defesa e valorização de nossas raízes, como atesta o meu livro PORTO VELHO: 100 ANOS – 1907/2007, edição de três mil livros, esgotada, documentando a herança patrimonial histórica material do município de Porto Velho. Retiro desse livro, o trecho referente às TRÊS CAIXAS D’ÁGUA:

A companhia norte-americana construtora da E.F. Madeira-Mamoré instalou na parte alta da cidade, três reservatórios em chapas de forma cônica e base em concha côncava, com tubos de escoamento central. Os reservatórios são suspensos por quatro pontos equidistantes, em estrutura metálica (treliça) e fundação de concreto armado nas quatro bases. O acesso ao reservatório é feito por um dos pilares onde há uma circulação ao redor com parapeitos metálicos. Acima deste ponto, o acesso ao seu topo é feito por uma escada também metálica. O projeto e execução dessa obra foram da Chicago Bridge & Iron Works, de Chicago-EUA. A obra é do tipo característico das construções metálicas ferroviárias norte-americanas da época.

O médico sanitarista Oswaldo Cruz, atendendo ao convite da companhia construtora da ferrovia, chegou a Porto Velho em 9 de julho de 1910, instalando-se no Hospital da Candelária, em companhia do Dr. Belisário Pena. De tudo que viu e observou registrou em um relatório onde ressalta: “A água fornecida em Porto Velho provém duma fonte captada num tanque de cimento, donde é levada por um depósito metálico levantado sobre colunas, daí se distribui por meio de canos de ferro para domicílios. As casas são todas dotadas de salas de banhos com chuveiros, os W.C. têm anexas caixas de descarga provocada. Além disso, há em vários pontos, torneiras, que servem de pias de lavagens de mãos.

Atualmente procuram aumentar esse abastecimento, adicionando-lhe a água captada nos lençóis profundos por meio dum poço artesiano. Este trabalho tem-se tornado muito difícil, porque chegaram a um granito duríssimo e cuja perfuração tem sido lenta, ignorando-se a espessura da camada granítica a vencer”.

Oswaldo Cruz faz referências apenas a uma caixa d’água porque a May, Jekyll & Randolph, companhia construtora da ferrovia, em 1910, só havia instalado uma. Em 1912 é que foram instaladas as outras duas.

Julio Nogueira esclarece que: “O serviço de distribuição de água é feito de três reservatórios de ferro e três de madeira, cobertos, com a capacidade total de 1.362.731 litros. Esses tanques acham-se colocados sobre altas torres, na parte norte do povoado. As águas são captadas em um poço cavado perto da margem do Madeira e bombeadas para tais reservatórios depois de servidas e filtradas, convenientemente. Fizeram tentativas para restabelecer poços artesianos, mas sem resultados, em vista da dureza do subsolo. As bombas, em número de quatro, são do tipo Worthington, e as cadeiras, do vertical. A instalação completa, inclusive preço e mão-de-obra, custou 63.594.447. As águas filtradas nas habitações tornam-se límpidas e puras ainda que percam, em parte, o sabor natural, em benefício da salubridade. A canalização é de ferro e a distribuição se faz profundamente”.

Essas caixas d’água, pintadas de preto, tinham tampas pintadas de branco e foram responsáveis pelo abastecimento da cidade até suas desativações em 1957. Figuram na bandeira e no brasão do município de Porto Velho, honrando a memória da E.F. Madeira-Mamoré.

Devemos nos unir, instituições culturais, imprensa, comunidade, na luta pela sua restauração. Estamos fazendo o nosso dever e zelando pelo que é nosso. Vamos tirar Porto Velho de sua amnésia histórica.

* Yêdda Pinheiro Borzacov, professora, autora de oito livros e dezesseis coautorias. Membro da Academia de Letras de Rondônia e do Instituto Histórico e Geográfico de Rondônia.

Fonte: Portal do Governo do Estado de Rondônia – Departamento de Comunicação Social

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BR-425 SOLUÇÃO E PROBLEMA – Gente de Opinião

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BR-425 SOLUÇÃO E PROBLEMA

Lendo a coluna “Opinião de Primeira”, do Sérgio Pires hoje, onde ele fala do abandono de Guajará-Mirim e das péssimas condições da BR-425, tenho que concordar quando afirma que a região só é lembrada na temporada de caça aos votos. Depois disso, na entressafra, os políticos eleitos desaparecem. Estou falando de uma forma geral.

Fiquei pensando no acesso até aquela cidade. A BR-425 nasceu da extinção da Ferrovia Madeira-Mamoré. O 5º BEC veio para Rondônia em 1966 com a missão de construir uma estrada rodoviária para impedir que as pessoas que moravam ao longo e no terminal da antiga estrada de ferro, e mais o Acre, não ficassem isoladas. O trabalho foi sendo feito paulatinamente e nunca acabou.

As pontes de ferro, que foram trazidas dos Estados Unidos, deveriam ter sido substituídas, há muito, por outras de concreto, o que só aconteceu na BR-364, entre Porto Velho e Abunã. Estas também demoraram muito para ficar prontas. As pontes previstas para o trecho BR-364 – Guajará-Mirim não foram todas construídas. Até hoje usamos as pontes ferroviárias sobre o rio Araras e sobre o Ribeirão, tendo ao lado delas os esqueletos das pilastras que sustentariam as natimortas pontes.

Lembro-me, ao chegar aqui, ouvir histórias sobre os comboios que o governo do Território e depois do Estado formava para levar comida, água potável e combustível para as populações de Guajará-Mirim e outras localidades ao longo do antigo traçado.

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Ponte da EFMM em 3D. Igarapé Araras.

Marcador inserido
perto de BR-425, Nova Mamoré – RO, 76857-000
http://goo.gl/maps/d8d5s

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Rondonoticias – Bando é detido por fazer arrastão na Estrada de Ferro Madeira Mamoré

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Bando é detido por fazer arrastão na Estrada de Ferro Madeira Mamoré

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Porto Velho, Rondônia: Na madrugada desta sexta-feira (20), vários roubos à pessoa foram registrados pela Polícia Militar na praça da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, na região central de Porto Velho.

Após informações das vítimas, com características dos suspeitos, policiais intensificaram patrulhamentos na região.

Segundo informações, três jovens, com uma arma de fogo, ameaçavam pessoas e roubavam aparelhos celulares. Três suspeitos foram vistos na Av. Farquár com 7 de Setembro.

Durante abordagem, foram encontrados vários celulares e um revólver calibre 38, com quatro munições intactas.

Os três foram reconhecidos pelas vítimas. Dois eram menor de idade, e era maior, mais tarde identificado com Alisson Moraes da Silva, de 26 anos.

Detidos em flagrante, foram levados à Central de Flagrantes para providências de praxe.

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Rondonoticias – ​Sesc e Fecomércio apresentam várias peças por meio do Projeto Teatro em Cartaz

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Sesc e Fecomércio apresentam várias peças por meio do Projeto Teatro em Cartaz

Porto Velho, Rondônia: O projeto Teatro em Cartaz apresenta no período de 17 a 21 de março no Teatro 1 do Sesc Esplanada em Porto Velho cinco espetáculos teatrais. A partir desta terça-feira (17) toda a população poderá conferir peças de companhias e grupos do estado, a começar pelo espetáculo “Boi de Piranha” da Cia Boi de Piranha, que faz uma analogia sobre dados históricos relacionados à construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e sobre o Ciclo da Borracha no norte do país.

Quarta-feira, dia 18 de março é dia de “Mulheres do Aluá”, da Associação Cultural O Imaginário, que conta a história de mulheres que foram condenadas em um período em que o pensamento do homem é que determinava a condição de cada uma delas. Histórias de mulheres de diferentes épocas, marcadas pela violência, rés em processos judiciais que revelam as dificuldades em um ambiente hostil e opressor do passado na Amazônia com forte influência também no período do Ciclo da Borracha, com a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Dentro do projeto também haverá a apresentação de um monólogo que transporta a plateia para um ambiente solitário e cinzento onde pelas grades da memória torna-se audível os pios de uma criança e os fragmentos esparsos da sua relação coma figura paterna. Estamos falando de “Pássaro Fora do Ar”, do Núcleo Curare que será apresentado do dia 19. “É Crime Não Saber Ler” demonstra o enorme, e se não o maior crime já penetrado contra uma pessoa ou contra um povo: o da ignorância imposta pelos interesses particulares de muitos. A peça do grupo de teatro Evolução acontece na sexta-feira, dia 20.

As apresentações serão finalizadas com o espetáculo “Findo”, do grupo Raízes do Porto no sábado (21). Nessa peça, o ator, diretor e pesquisador teatral Lindomar reúne três amigos Dori, Darci e Hugo, para escrever e montar um espetáculo teatral, falando sobre suas vidas, dando destaque a suas relações pessoais frustradas, sempre salientando e induzindo os companheiros a expor seus mais íntimos pensamentos, onde feridas, ainda abertas, são expostas para compor o dramalhão cênico de suas próprias vidas.

As apresentações acontecem sempre às 20 horas e para garantir a entrada, basta trocar o passaporte por um quilo de alimento não perecível. “Além de fomentar a produção local, valorizando os nossos artistas, projetos como esses estabelecem novas perspectivas, dando a eles a oportunidade de até mesmo, entrarem em âmbito nacional” destaca o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IFPE, Raniery Araujo Coelho.

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Deputado propõe audiência para debater usinas do madeira – Gente de Opinião

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Deputado propõe audiência para debater usinas do madeira

O deputado Jean Oliveira encaminhou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando Audiência Pública, no dia 30 de abril próximo, para tratar e debater sobre os prejuízos causados pelas construções das Usinas de Santo Antônio e Jirau na Bacia Hidrográfica do Rio Madeira e às populações que habitam a região.

“Nossa colocação hoje se trata de um problema que está no cotidiano de todos os rondonienses, principalmente dos moradores do município de Porto Velho e especialmente os ribeirinhos, ou seja, aqueles que habitam, sempre habitaram, há centenas de anos, às margens do Rio Madeira e de seus afluentes. É a devastação e o estrago causado ao nosso meio ambiente e a nossa população pelas construções das hidrelétricas do Rio Madeira”, disse o deputado no início do seu discurso.

Outro ponto levantado por Jean Oliveira foi quanto o permanente risco que a cidade de Porto Velho corre de ser alagada ano a ano causando prejuízo incalculável para a nossa população sem que ninguém nos der uma explicação plausível sobre o que está sendo feito para se dá um basta nessa irresponsabilidade causadora dessa permanente intranquilidade.

O deputado lembrou que quando da implantação do projeto das hidrelétricas, os técnicos das empreiteiras responsáveis pelas obras e os assessores do Governo Federal promoveram palestras, shows, seminários, discursos técnicos com demonstrações de gráficos assegurando que não haveria nenhum problema desses que estão ocorrendo. “Quem é o culpado? Essa é a nossa preocupação. Nós como presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável dessa Casa, vamos procurar esse culpado e responsabilizá-lo. O nosso cidadão, a nossa população precisa de uma resposta e nós enquanto deputados estaduais, somos também responsáveis por essa resposta”, afirmou o parlamentar.

“Tantas coisas podem ser feitas. Não existem atrapalho de ordem técnica na engenharia para se impedir que tenha alagação numa área. Existem milhares de exemplos no mundo desse tipo de trabalho. Por que aqui em Porto Velho não pode se fazer um trabalho de barragem para impedir que a água do Rio Madeira invada a cidade e logo de primeira destrua o nosso maior patrimônio histórico que é a Estrada de Ferro Madeira Mamoré?”, perguntou o deputado.

“É nesse sentido Presidente que proponho que façamos uma audiência pública para discutirmos com todas as instituições e entidades envolvidas na questão, tanto na esfera federal, estadual e municipal, e buscarmos juntos uma proposta de solução clara e objetiva para nossa gente e para o nosso meio ambiente”, disse Jean Oliveira.

Fonte: Ascom

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G1 – Memorial em homenagem a Marechal Rondon é apresentado em Rondônia – notícias em Rond ônia

http://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2015/03/memorial-em-homenagem-marechal-rondon-e-apresentado-em-rondonia.html

Memorial em homenagem a Marechal Rondon é apresentado em Rondônia

Projeto foi apresentado na ALE nesta segunda-feira, 17, em Porto Velho (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Projeto foi apresentado na ALE nesta segunda-feira, 17, em Porto Velho (Foto: Ísis Capistrano/ G1)

O projeto de um memorial em homenagem a Marechal Rondon, patrono das telecomunicações no Brasil, e que pode ser construído em Porto Velho , foi apresentado na tarde desta segunda-feira (17), na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE), pelo Exército Brasileiro. Rondon foi responsável por construir uma linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antônio, em 1907, e realizou levantamentos cartográficos, topográficos e linguísticos da região. O estado de Guaporé passou a se chamar Rondônia em homenagem ao Marechal.

O memorial será na área da igreja de Santo Antônio e pretende resgatar a memória da região e do desbravador, com centro de documentação histórica, auditórios e prédios destinados a contar a saga das linhas telegráficas, expedição Roosevelt e a história do Marechal. Segundo o comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, general André Novais, o memorial deve ser inaugurado em agosto de 2015, na semana do soldado.

O projeto é iniciativa do Exército Brasileiro e conta com alguns parceiros e patrocinadores, como Superintendência do Patrimônio da União de Rondônia (SPU), Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico Nacional (Iphan), Universidade de Rondônia (Unir), Santo Antônio Energia (SAE), prefeitura, governo e Termonorte.

Grupo de pessoas que representam entidades que apoiam o projeto também estavam na reunião (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Grupo de pessoas que representam entidades que
apoiam o projeto também estavam na reunião
(Foto: Ísis Capistrano/ G1)

Na tarde de segunda, o projeto foi apresentado na ALE para que a casa de leis pudesse contribuir com a ideia. Uma emenda coletiva foi marcada para que cada deputado possa repassar um fundo de colaboração. “É o mínimo que a Assembleia poderia fazer para um projeto tão importante quanto o memorial de alguém que colaborou para o estado”, disse o presidente da ALE, Maurão de Carvalho.

Segundo o general Novaes, a ideia para o memorial surgiu quando ele chegou em Rondônia e percebeu que não existia um museu que contasse a história do Marechal homenageado no nome do estado. Ele explica que o projeto começou a ser desenvolvido em setembro de 2014 e está prestes a ser executado. Ele espera que a sociedade opine sobre a iniciativa. “O exército não quer trazer um modelo de memorial pronto e impor para a sociedade. Os rondonienses podem dar opiniões, pois serão os donos do memorial”, disse Novaes.

Segundo o consultor de responsabilidade social corporativa da SAE, Frei Philip Machado, a empresa vai ceder os espaços físicos para o memorial ser construído e proporcionar a segurança e manutenção dos prédios pelos próximos 24 meses.

Já a Unir prestará assessoria acadêmica na definição de determinados objetos correspondentes ao memorial e será responsável por criar e manter o centro de documentação histórica que vai funcionar no complexo. Segundo a reitora Berenice Tourinho, a Unir também se interessa por recuperar o marco de divisa do Amazonas com o Mato Grosso próximo ao memorial.

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