Mictório público. Ata da inspeção judicial registra situação da EFMM

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Vice-presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho defende que prefeitura ceda gestão d a Estrada de Ferro à União

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Maurão de Carvalho defende que prefeitura ceda gestão da Estrada de Ferro à União

Porto Velho, Rondônia – A cessão da gestão do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para a União, também foi defendida pelo deputado estadual e primeiro vice-presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Maurão de Carvalho (PP).

“É importante que o patrimônio seja preservado, seja cuidado e possa retornar ao controle da União, que dispõe de mais recursos e pessoal capacitado para zelar pela estrutura”, destacou Maurão.

Segundo ele, “a prefeitura de Porto Velho já tem muitas atribuições, ainda mais após as intensas chuvas do começo deste ano. Na minha opinião, creio que o melhor seria repassar o controle do Complexo da Estrada de Ferro para o Governo Federal”.

O pedido para que a prefeitura repasse a gestão da Madeira-Mamoré à União partiu da Superintendência Estadual de Turismo (Setur) e tem recebido apoio de diversos segmentos da sociedade.

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Governo do Estado através da Setur pede que prefeito da capital devolva a EFMM ao Exército.

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Exército Brasileiro e EFMM unidos em favor do Brasil

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Trilhando a História – Aleks Palitot: GETÚLIO VARGAS EM PORTO VELHO – 75 ANOS DE UMA VISIT A QUE MUDOU NOSSA HISTÓRIA

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GETÚLIO VARGAS EM PORTO VELHO – 75 ANOS DE UMA VISITA QUE MUDOU NOSSA HISTÓRIA

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Getúlio Vargas desembarcando em Porto Velho no Rio Madeira em 1940

A “Marcha para o Oeste” idealizada em 1938 pelo governo brasileiro e ampliada nos anos posteriores, tinha como fator a imagem da Nação no sentimento dos brasileiros. Essa idéia, como frisou Alcir Lenharo, era difundir tal imagem com base no ideal de uma nova ordem, em que a política passasse a ser entendida como ato amoroso a envolver, reciprocamente, governantes e governados.

O ideário do Estado Novo de Getúlio Vargas, calçado na força da ação do governo e modelado pelos intelectuais arregimentados para divulgar a fundamentação do discurso do seu governante, propunha mostrar aos brasileiros um retrato da Nação em movimento, visando a transformação das fronteiras políticas do Sul, Oeste e Norte em fronteiras econômicas.

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Getúlio Vargas ladeado pelas damas de Porto Velho – 1940

Nesse período Rondônia não existia, a economia da região estava resumida a coleta de látex, funcionamento da Estrada de Ferro, Colônias Agrícolas criadas por Aluízio Pinheiro Ferreira e a movimentação de navios pelo Madeira, Mamoré e Guaporé. Porto Velho ainda era município do Amazonas, e do Mato Grosso era Guajará-Mirim e esta, por exemplo, progredia sem contar com investimentos de infraestrutura na sua área urbana. Os benefícios que vinha recebendo provinham da ferrovia que tinha ali sua estação terminal. A sociedade local, em 1937, demonstrando o descontentamento que sentia pela omissão do governo estadual aos seus problemas, endereçou ao presidente da República um abaixo-assinado pedindo a criação de um território federal naquela fronteira.

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Getúlio Vargas no barranco do Madeira ao lado do Major Aluízio Ferreira

A população de Porto Velho alimentava a mesma mágoa pelo abandono que sofria do Estado do Amazonas. “Longe do Mato Grosso, longe do Amazonas, eles se sentiam desamparados por ambos e muitas vezes tributados duplamente pelos dois Estados.

Vargas então alimenta um discurso que induz essa região aparentar ilhas e espaços vazios do arquipélago, configurava o Brasil e suas distorções entre Norte – despovoado, subdesenvolvido, marginalizado por contingências de sua grandeza e de sua distância dos centros de decisão – e o Sul, em franco desenvolvimento, populoso e industrializado.

VISITA A PORTO VELHO – 1940

Getúlio Vargas iniciada uma jornada pela Amazônia que se iniciara em Belém em 6 de outubro de 1940, que se segue por Manaus até dia 10 do mesmo mês. Quando então ele decide conhecer a região de Porto Velho no dia 11 de outubro e pelo previsto permaneceria aqui apenas três horas, e no final das contas por aqui ficou três dias.

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Desfile estudantil – Colégio Maria Auxiliadora – 1940

Aluízio Pinheiro Ferreira então chefe do Pelotão de Fronteiras da região e Diretor da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, havia preparado toda a cidade de Porto Velho para receber o presidente. A idéia era convencer Getúlio permanecer por mais dois dias, e convencer o mesmo, da criação do Território Federal do Guaporé, hoje Rondônia. Getúlio foi muito bem recepcionado pela população, povo este que se preparou com inúmeros ensaios de paradas militares e desfiles para impressionar o líder do Estado Novo. Porto Velho naquela oportunidade possuía uma população de 5 mil habitantes, ainda com ares provincianos e beradeiro, isso encantou e motivou Getúlio, ao perceber o empenho do povo em lhe receber, assim, o mesmo permanece em nossa cidade, e segundo a historiadora Yeda Borcacov, o mesmo teria pedido uma rede para dormir na casa sede do Administrado da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

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Getúlio Vargas visita um castanhal em Porto Velho em 1940.

Getúlio chegou aqui em Porto Velho através de um hidroavião, que pousou no Rio Madeira defronte a cidade próximo ao complexo da ferrovia. Nos dias que se seguiram, o presidente foi cortejado com vários eventos na agenda oficial. Logo que chegou, houve um desfile em sua homenagem, 700 estudantes dos colégios Dom Bosco, Maria Auxiliadora e Barão Solimões.

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Trabalhadores da Estrada de Ferro em desfile para Getúlio – 1940

Também desfilaram grupamentos militares da fronteira, composição de máquinas rodoviárias manejadas por tratoristas da cidade, 400 homens das turmas de conservação das estradas de ferro e de rodagem e os operários das oficinas da ferrovia, guiados por feitores e mestres-de-obra empunhando com garbo os seus instrumentos de trabalho. Depois do desfile o presidente da República inaugurou a Usina de Eletricidade e o edifício dos Correios e Telégrafos, sem pressa, pois resolvera prolongar ali sua permanência.

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Getúlio inaugurando uma Termoelétrica em Porto Velho – 1940

A permanência do presidente durante três dias em Porto Velho serviu para assentar as bases da criação de um território federal nas áreas dos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim. Ele deixou ali, na sua despedida, como lembrança, uma frase que se tronou o lema da cidade:

“Em Porto Velho cada soldado é um operário e cada operário um soldado com o objetivo comum de trabalhar pelo engrandecimento da Pátria”

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Inauguração dos Correios de Porto Velho por Vargas em 1940

Os efeitos da visita do presidente Getúlio Vargas em Porto Velho passaram a ser sentidos por causa dos aumentos de recursos concedidos à Estrada de Ferro Madeira Mamoré pelo Ministério da Viação e Obras Públicas, para aplicação em construções de infraestrutura em Rondônia. Vargas envia verbas com valores significativos para a construção de várias edificações, como a finalização do Bairro Caiari, sede da Administração da Estrada de Ferro (Prédio do Relógio), Palácio do Governo do Território, Hotel Porto Velho (Unir Centro) e finalização do Mercado Municipal (Mercado Cultural).

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Vargas se despede de Porto Velho no dia 13 de outubro de 1940

O primeiro governador do Território Federal do Guaporé (Rondônia) foi o major Aluizio Pinheiro Ferreira, convidado para exercer aquela função pelo presidente Getúlio Vargas na manhã de 13 de setembro de 1943, no Palácio Rio Negro, em Petrópolis, quando lhe foi comunicado que naquela data foi criada uma nova unidade federada no sertão rondoniano. A posse do governante ocorreu a 24 de novembro de 1943, no Salão Nobre do Ministério do Interior e Justiça, no Rio de Janeiro, e a solenidade de instalação do cargo foi efetuada em Porto Velho, no Grupo Escolar Barão Solimões, a 24 de janeiro do ano seguinte.

Aleks Palitot

Historiador reconhecido pelo MEC pela portaria n° 387/87

Diploma n° 483/2007, Livro 001, Folha 098

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Odacir Soares: Negligência e incompetência em Porto Velho – Abandono da EFMM deveria dar cadeia.

http://www.gentedeopiniao.com.br/lerConteudo.php?news=134977

Odacir Soares: Negligência e incompetência em Porto Velho

Para o senador, a Capital de Rondônia sofre com inúmeras gestões alheias aos anseios sociais e ressalta a importância de mudanças imediatas

Porto Velho, RO – O senador Odacir Soares (PP), preocupado com a contínua degradação de Porto Velho, relembrou aos cidadãos da Capital rondoniense que, neste pós-Carnaval, passada a folia, o festejo e as comemorações, o momento é de pensar em mudanças imediatas e drásticas.

O município não tem mais capacidade de investimento. Destruíram Porto Velho do ponto de vista físico, urbanístico e social, com a inexistência de políticas públicas voltadas a estes setores. Sem mencionar a cultura, largada a esmo, sem o devido valor. A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é só um exemplo. Largar o patrimônio histórico assim ao relento deveria ser crime e dar cadeia – asseverou.

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Fantástico – EFMM ficava na Amazonia, o inóspito planeta Marte do início do século XX. Complexo ferroviário aparece em cenas. Portovelhense disputa vaga para embarcar em viagem sem volta par a Marte

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/02/brasileira-disputa-vaga-para-embarcar-em-viagem-sem-volta-para-marte.html

Brasileira disputa vaga para embarcar em viagem sem volta para Marte

O que levaria uma mulher de 51 anos a embarcar em uma viagem sem volta rumo ao desconhecido?

Sandra é uma professora de Rondônia que está entre as 100 pessoas pré-selecionadas em todo o mundo para uma experiência inédita: formar a primeira colônia de seres humanos no planeta vermelho.

Missão: Uma viagem sem volta para colonizar outro planeta. Destino: Marte, um novo mundo, inexplorado e desconhecido. Distância: 225 milhões de quilômetros. Ano: 2025.

É preciso muita coragem para querer entrar para a história da corrida espacial e conquistar o planeta vermelho. Mais de 200 mil pessoas se candidataram. Apenas 24 serão escolhidas. “Eu fiquei naquela: me candidato, não me candidato. Eu fiquei uns 15 dias sendo atormentada por isso. Eu acordava no meio da noite pensando nisso. Aí eu me inscrevi”, conta a professora Sandra Feliciano.

Depois de um longo processo de seleção, Sandra, uma brasileira, descobriu esta semana que está entre os 100 finalistas. Mas, será que a família aprova? “Uma viagem que não sabe se vai chegar e, se chegar, sabe que não vai voltar, fica meio esquisito”, diz o pai, Anísio Feliciano da Silva. E os amigos? “É bem coisa da Sandra mesmo ir para Marte”, conta a amiga Val Ramos.

A aventura que motiva a professora é chamada de Mars One. O megaprojeto que quer levar humanos para Marte vai ser também um reality show. É um Big Brother espacial. “Isso pode ser alcançado. Vai ser o maior evento de mídia da história”, lembra Gerard Hooft, ganhador do Nobel de Física de 1999.

O financiamento do projeto vem de um fundo criado por várias empresas e tem um custo considerado baixo para uma missão deste porte: US$ 6 bilhões. A primeira equipe a pisar em Marte vai ter a missão de produzir energia, oxigênio e comida. Os coordenadores garantem que o projeto é viável. “Humanos chegarão a Marte. Esse vai ser o próximo grande passo da humanidade, conta o criador do projeto Bas Lansdorf.

Mas, o projeto não é unanimidade. Cientistas do respeitado Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, divulgaram um estudo afirmando que os tripulantes morrerão em poucos meses devido à falta de recursos. Ainda assim, Sandra confia no Mars One.

“Não são pessoas desqualificadas, não são malucos. São pessoas que a vida toda se dedicaram a isso, são cientistas renomados. Eu sou corajosa, mas não suicida. É diferente”, afirma Sandra.

Para diminuir os riscos da viagem, o Fantástico foi atrás de dicas com quem entende do assunto.

Fantástico: Precisa levar um casaquinho, doutor?
Barres de Almeida, astrofísico: Não adianta teria que levar um grande casacão. Aliás, você nunca pode sair do traje de astronauta.
Fantástico: E filtro solar, tem que usar?
Barres de Almeida: Protetor solar é fundamental em Marte.
Fantástico: A água é potável?
Barres de Almeida: A água não deve apresentar grandes surpresas. Não se espera micróbios ou qualquer coisa tóxica.

E, claro, tem que cuidar direitinho das coisas. “O ideal é deixar tudo bem guardadinho e protegido dentro da estação espacial. A vida fora da estação é bastante inóspita, mesmo para uma passeadinha”, conta Barres de Almeida.

Sandra agora está mais perto de participar da conquista do espaço. O foco da professora de Porto Velho é nas próximas etapas do processo, que acaba ainda este ano. Se tudo der certo, ainda vamos ouvir muitas histórias desta brasileira.

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Vereadores vão inspecionar peças da EFMM

Confira este vídeo no YouTube:

http://youtu.be/8tr1pp8s2J0

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EFMM vira jogo. Mundo do Tabuleiro: Madeira Mamoré Railway CO. -MMRC (2009)

http://mundodotabuleiro.blogspot.com.br/2014/02/madeira-mamore-railway-co-mmrc-2008.html

Madeira Mamoré Railway CO. -MMRC (2009)

-Autor- Hermes Herbert Müller
-Publicado- Protótipo ( Tércos)
-Idade Sugerida – a partir dos 12 anos
-Número de jogadores – 2 a 4
-Estimativa de tempo de duração – 120 minutos
-Dependência de Linguagem- não
-Categoria – História
Construção de Rotas
Cooperativo

-Mecânica – Movimento Ponto a Ponto
Coleta de Componentes
Alocação de Trabalhadores

Descrição

Na segunda metade do Séc XIX a necessidade de interligar regiões produtoras das pélas de borracha a regiões mais navegáveis da Amazônia, e evitar a transposição das perigosas corredeiras de Sto.Antônio, trouxe para o meio da selva uma empresa inglesa que fracassou fragorosamente na empreitada, principalmente devido a alta incidência de doenças tropicais.
Décadas mais tarde, outra tentativa agora nas mãos de americanos resultou em sucesso, mas com alto custo em vidas humanas. Inspirado no livro Ferrovia do Diabo, MMRC é um jogo cooperativo no qual os jogadores devem gerenciar os seus recursos e mão de obra para conseguir progredir na selva com a construção da ferrovia. A divisão das tarefas é o pessoal da topografia, desmatamento, terraplanagem e trilhos, cada qual administrado por um jogador, onde o atraso de um comprometo o desempenho de todos. Eventos se sucedem e podem levar a empreitada a situações criticas nos estágios da construção, sempre pressionados pelos acionistas ávidos por lucro.

Componentes

– 6 tabuleiros modulares
– 1 tabuleiro principal
– Peças de mão de obra
– Peças de suprimentos
– Cartas de eventos
– Peças da construção
– Manual de Regras.

Imagens

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Pessoal do Péricles em partida de teste.

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Arquivos
-Eepaço Tércos no Mundo do Tabuleiro
-Ficha do jogo na Ilha do Tabuleiro

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Túnel do Tempo : EFMM em 2010

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Praça da EFMM de Guajará-Mirim está abandonada – G1 Rondônia – Rondônia TV – V ídeos – Catálogo de Vídeos

http://g1.globo.com/ro/rondonia/rondonia-tv/videos/t/edicoes/v/praca-de-guajara-mirim-esta-abandonada/3981734/

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