Prefeitura volta a responsabilizar Iphan por atraso na revitalização da E.F.M.M. / Site de Not ícias Rondônia Dinâmica

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Prefeitura volta a responsabilizar Iphan por atraso na revitalização da E.F.M.M. / Site de Notícias Rondônia Dinâmica

Publicada em 16/06/2014 – 15h23min / Autor: Rondoniadinamica

Prefeitura volta a responsabilizar Iphan por atraso na revitalização da E.F.M.M.

No dia 21 de maio, Rondônia Dinâmica esteve na Estrada de Ferro Madeira Mamoré e constatou inúmeras conseqüências deixadas pelas águas do Madeira

Porto Velho, RO – Próximo do final do mês de maio deste ano, o jornal eletrônico Rondônia Dinâmica publicou reportagem intitulada Burocracia, lama e zelo pelas peças históricas impedem rápida revitalização da E.F.M.M., relatando as conseqüências deixadas pelas águas do Madeira no complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Leia mais em –
Burocracia, lama e zelo pelas peças históricas impedem rápida revitalização da E.F.M.M.

O secretário adjunto da Semusb (Secretaria Municipal de Serviços Básicos) Itamar Ribeiro foi ouvido à época. E, antes mesmo da decisão judicial proferida juiz federal da 1ª Dimis da Costa Braga, que determinou a União, Estado e ao Município de Porto Velho a incumbência de restabelecer o local, garantiu que os serviços de limpeza seriam retomados.

Leia mais em – Juiz manda Município, Estado e União limpar o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré

Quase um mês depois da garantia feita pelo secretário, o repórter Pedro Silva voltou à Estrada de Ferro Madeira Mamoré para acompanhar a evolução dos trabalhos.

Foi constatado, no entanto, que o patrimônio histórico continua abandonado. Montes de areia por todo o perímetro denotam que nada foi feito ali.

Os trilhos por onde passavam as locomotivas estão cheios de entulho. No galpão, peças históricas estão enterradas na lama deixada ali pela enchente do Rio Madeira.

As portas que dão acesso ao acervo permanecem abertas, facilitando a entrada de viciados que o utilizam para consumir substâncias entorpecentes, fazer as necessidades fisiológicas e depredar o que restou no prédio.

Questionado, Itamar alegou estar esperando o resultado de uma licitação aberta para contratação de empresa especialista em limpeza. Jogou, de novo, a responsabilidade em cima do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

– As máquinas iniciaram a limpeza assim que as águas baixaram, mas tiveram de parar a pedido do Iphan. O instituto não permitiu a entrada do maquinário no galpão, alegando que as peças do acervo poderiam ser danificadas, principalmente as soterradas A limpeza está acontecendo, mas paramos por alguns dias por causa desse determinação. Já foi aberta licitação para que possamos contratar uma empresa, dentro dos moldes legais, para continuar o serviço – argumentou o adjunto.

Antônio Geraldo Afonso, secretário titular da Semdestur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo), explicou o porquê de as portas que dão acesso ao galpão que guarda peças históricas do museu estarem abertas:

– Houve avaria nas portas. Por isso elas não fecham mais. Vamos entrar em contato com o Iphan para resolver essa questão – disse.

Geraldo não estipulou prazo para apresentar soluções.

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