Historiador Aleks Palitot percorre a EFMM até Guajará-Mirim numa aventura jornalística.

Diário de bordo de um aventureiro
Podeis imaginar o que é cruzar a Floresta Amazônica para construir uma ferrovia?
Por dias não se vê nada além da grande floresta. Perfeita e cheia de vida.
Vive-se preso ao medo. Medo das tempestades. Medo de doenças. Medo de animais selvagens. Medo do desconhecido.
Então é preciso ocultar esse medo bem no fundo da alma, e estudar os mapas, observar a bússola, rezar para um bom dia de caminhada e ter esperança. Pura, simples e frágil esperança. Assim, vivemos a verdadeira aventura nascida do vasto desconhecido, além da imensidão. Uma nova vida, uma nova História.
Em quatro longos dias e três noites, a equipe do Trilhando a História ( Reinaldo Caverna, José Calixto e Aleks Palitot) viveu a emoção e as adversidades de seguir literalmente o rastro da história, o caminho de ferro e a memória de aço. Do quilômetro um da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até o quilômetro 366 em Guajará-Mirim.
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