Jornalista Zekatraca relata emoção coletiva com o funcionamento da locomotiva 18

COLUNA LENHA NA FOGUEIRA 03.08.12

Durante a festa do centenário da Madeira Mamoré tivemos a oportunidade de comprovar o quanto o trem encanta nosso povo.
Na noite de quarta feira, quando a festa alcançou o seu ápice, de repente notamos um corre corre no rumo da estação Madeira, é claro que fui conferir o porque de tanta gente correndo no rumo dos armazéns. Foi quando o Carlos Levy da Golda me informou, que o locutor havia anunciado que a máquina 18 iria apitar dentro de poucos instantes.
Foi emocionante o que presenciamos. Os ferroviários que fazem parte da cooperativa, todos vestidos em fardas iguais as que os maquinistas, foguistas, guarda freio e condutores usavam no tempo que a Madeira Mamoré ainda funcionava, só aquilo levou muito gente a se recordar das viagens de trem entre Porto Velho e Guajará Mirim.
O negócio ficou mais emocionante quando o maquinista de “plantão” acionou o apito da locomotiva. Os flashes estouraram de todos os lados da máquina 18, uma mutilado cercou a locomotiva como que querendo agradecê-la por estar proporcionando tão emocionante momento
O interessante é que o povo, quando mais a máquina apitava, mas fotos batia como se fosse possível registrar em fotografia o apito do trem.
Muitos ao meu lado, não conseguiram disfarçar as lágrimas, inclusive eu.

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http://silviozekatraca.blogspot.com.br/2012/08/lenha-na-fogueira-030812.html

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